
Texto : Gracieli Oliveira
Profissão jornalista : quem se habilita !
Profissão jornalista : quem se habilita !
google / photo
Jornalismo esta em toda parte: televisão, rádio, revista, jornais. O jornalista também. Mas quem se habilita a esta profissão sabe que dedicação, persistência e determinação são tudo. Ou é isso, ou é nada!
Muito se discute sobre a profissão. Seria, hoje, ela mais fácil de ser exercida do que em outros tempos? Fácil no sentido de que não há mais aquela censura “abusiva” da Era Militar, por exemplo, e muito menos as perseguições que sofriam aqueles pobres jornalistas que apenas queriam desempenhar o seu papel. Papel de comunicador, de transmissor da notícia, doa a ela, a quem doer.
Segundo a jornalista Leange Severo “ser jornalista nos tempos de hoje não é pior, ou melhor, é diferente!” Antes era algo individualizado. Cada jornalista tinha que criar sua própria estrutura. Não havia toda esta coletividade dos tempos modernos. “Hoje há toda uma estrutura formada, uma superestrutura”, enfatiza Severo.
O jornalista Rafael Lafranchi acredita que ser jornalista, hoje, talvez seja um pouco mais complicado. “Hoje obedecemos a um padrão de jornalismo, onde tudo é minuciosamente estudado. Nada é improvisado”. O jornalista ainda ressalta que, hoje quem não tem um diploma esta fora do mercado. “Isso prova que jornalismo é coisa séria e não mais uma profissão escolhida por capricho ou estatus”. Aliás, de acordo com ele quem escolhe ser jornalista com esta intenção “já saiu perdendo”.
Lafranchi ainda enfatiza que hoje seja mais fácil exercer a profissão no sentido de que tudo é mais palpável. “As notícias chegam até nós ainda quentes”. Antes tudo era demorado. Um furo de reportagem era um “acontecimento da semana passada”, ironiza o jornalista. E não é só isso. “Hoje, além de todo este acesso a notícia, o jornalista dispõe de toda uma equipe auxiliar”, acrescenta Lafranchi.
Contudo no aspecto “censura” todos concordam. “Ainda, por incrível que pareça, existe essa tal censura, ressalta Lafranchi”. Ela geralmente é comercial, política ou ambas. “Muitas vezes deixamos de noticiar um fato porque o acusado ou a vítima é ‘um poder’ que não deseja aparecer na mídia”.
Severo assim como Lafranchi acrescenta que a censura na Era Militar era “descarada”, opostamente a de hoje que é “retraída”. “A censura é feita às escondidas, até porque quem censura é censurada”, afirma Lafranchi. Severo e Lafranchi enfatizam que no século XXI censurar é crime. Crime com direito a punição severa, acrescenta ambos.
Muito se discute sobre a profissão. Seria, hoje, ela mais fácil de ser exercida do que em outros tempos? Fácil no sentido de que não há mais aquela censura “abusiva” da Era Militar, por exemplo, e muito menos as perseguições que sofriam aqueles pobres jornalistas que apenas queriam desempenhar o seu papel. Papel de comunicador, de transmissor da notícia, doa a ela, a quem doer.
Segundo a jornalista Leange Severo “ser jornalista nos tempos de hoje não é pior, ou melhor, é diferente!” Antes era algo individualizado. Cada jornalista tinha que criar sua própria estrutura. Não havia toda esta coletividade dos tempos modernos. “Hoje há toda uma estrutura formada, uma superestrutura”, enfatiza Severo.
O jornalista Rafael Lafranchi acredita que ser jornalista, hoje, talvez seja um pouco mais complicado. “Hoje obedecemos a um padrão de jornalismo, onde tudo é minuciosamente estudado. Nada é improvisado”. O jornalista ainda ressalta que, hoje quem não tem um diploma esta fora do mercado. “Isso prova que jornalismo é coisa séria e não mais uma profissão escolhida por capricho ou estatus”. Aliás, de acordo com ele quem escolhe ser jornalista com esta intenção “já saiu perdendo”.
Lafranchi ainda enfatiza que hoje seja mais fácil exercer a profissão no sentido de que tudo é mais palpável. “As notícias chegam até nós ainda quentes”. Antes tudo era demorado. Um furo de reportagem era um “acontecimento da semana passada”, ironiza o jornalista. E não é só isso. “Hoje, além de todo este acesso a notícia, o jornalista dispõe de toda uma equipe auxiliar”, acrescenta Lafranchi.
Contudo no aspecto “censura” todos concordam. “Ainda, por incrível que pareça, existe essa tal censura, ressalta Lafranchi”. Ela geralmente é comercial, política ou ambas. “Muitas vezes deixamos de noticiar um fato porque o acusado ou a vítima é ‘um poder’ que não deseja aparecer na mídia”.
Severo assim como Lafranchi acrescenta que a censura na Era Militar era “descarada”, opostamente a de hoje que é “retraída”. “A censura é feita às escondidas, até porque quem censura é censurada”, afirma Lafranchi. Severo e Lafranchi enfatizam que no século XXI censurar é crime. Crime com direito a punição severa, acrescenta ambos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário