domingo, 29 de novembro de 2009

Suicidio.com.(BR)

Texto : Larissa Testa

Suicídio do latim sui(próprio) caedere (matar)

O suicídio é definido como uma atitude individual, de livre arbítrio de por um fim a própria vida por atos deliberados. Os fatores que levam um individuo ao suicídio podem ser causados por um elevado grau de desespero e sofrimento de nível emocional, sentimental, mas também pode ser por motivos econômicos.
Esse é um tema que é tratado pela sociedade e pela mídia como tabu. As noticias sobre suicídio trazem à tona um conhecido dilema: como conciliar o dever de informar, sem ferir a capacidade de receber impressões ou sensações das pessoas, sem provocar danos. Isso se torna um grande dilema quando a pessoa que pôs fim a sua vida é uma pessoa publica ou celebridade. A lista de suicidas famosos são bem grandes.Nomes conhecidos do cinema como Marilyn Monroe e músicos famosos como Kurt Cobain foram divulgados pela mídia,mas não se sabe como essa noticia se repercutiu.

O suicídio hoje, no Brasil é visto como um problema de saúde pública. Mas, até há pouco tempo, o suicídio não era visto como um problema
de saúde pública. No entanto, a necessidade de se discutir a violência, de modo geral, trouxe à tona o problema do suicídio.
Os números de suicídios têm aumentado no país entre jovens e adultos jovens do sexo masculino. Nesse grupo (entre 15 e 29 anos de idade), o suicídio responde por 3% do total de mortes e se encontra entre as três principais causas de morte. Um caso curioso de suicídio foi do jovem de apenas 16 anos, causado por asfixia de concentrações letais de monóxido de carbono. Esse caso chega a ser curioso, pois o jovem Vinícius foi estimulado ao suicídio e auxiliado por pessoas anônimas na internet. Ele é a primeira vítima conhecida no Brasil de um crime que tem arrancado a vida de jovens de diferentes cantos do mundo – uma atrocidade que poderia ser chamada de Suicídio.com.
Por ser um tema que, dependendo da pessoa, possa induzir pessoas vulneráveis esse é um tema tratado pela sociedade e pela mídia como tabu. Mas como a internet de certa forma ela é democrática, infelizmente esse tipo de sites existem Encobertos pelo anonimato da rede, internautas de diferentes nacionalidades têm dito em várias línguas a pessoas muito frágeis, a maioria delas adolescentes: “Mate-se”. A banalidade dos diálogos feitos por jovens enquanto o adolescente tirava a vida é chocante. Ninguém tenta pará-los ou os encorajam a buscar ajuda.Nesse ,mundo virtual não há novas perversões, há apenas as velhas modalidades que já assombravam as ruas da realidade. A diferença é que, na internet, qualquer um pode exercer seu sadismo protegido pelo anonimato, na certeza da impunidade.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A HORA DA VIRADA

Texto : Aislla Borges

" Talvez seja a hora de reverter essa situação, mostrar o verdadeiro talento da mulher e o quanto ela poderá contribuir para a sociedade ".

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Atualmente, mulheres se destacam cada vez mais entre os homens. A cada dia, estudos revelam que mulheres são mais afetivas, sensíveis, versáteis, superam os homens na maioria dos índices, inclusive contornam habilmente o acúmulo de funções e a maternidade, que segundo as pesquisas atuais (IBGE e DIEESE) é considerada como seu principal obstáculo.
Agora além de cuidar dos afazeres domiciliares e dos filhos, elas também podem trabalhar e ocupar cargos de responsabilidade, assim como os homens.
Segundo a Organização Mundial do Trabalho, o número de mulheres no mercado de trabalho é o maior já registrado na história, são 1,2 bilhões de trabalhadoras. Porém, em uma sociedade ainda machista, as mulheres enfrentam certos tipos de preconceito, por exemplo, independente do cargo ocupado, mulheres ainda ganham menos que homens.
De acordo com o Jornal Zero Hora (05/03/09), o Brasil é o país campeão de maior diferença salarial em relação aos homens de outros países.
As mulheres, por sua vez, continuam recebendo baixos salários, percebem a diferença no número de vagas disponibilizados à elas, estão sujeitas a maiores dificuldades para conseguir um cargo de chefia, e exercem uma dupla jornada de trabalho, além do emprego elas precisam cuidar de seus lares. Além da questão de inferioridade de sexo, as mulheres algumas vezes, sofrem assédio sexual no trabalho.
Talvez seja a hora de reverter essa situação, mostrar o verdadeiro talento da mulher e o quanto ela poderá contribuir para a sociedade. Já foi comprovado que mulheres podem ser ótimas empresárias, advogadas, arquitetas, etc. Podem ter vida própria, e ser muito mais do que meras “donas de casa”.
Ter o espaço de trabalho fora de casa será uma imensa conquista, assim, mulheres se tornarão cada vez mais independentes, donas de seu próprio dinheiro e com a auto-estima elevada vendo seu trabalho ser reconhecido.
Que tal refletirmos sobre esse assunto, e reverter o ditado que diz “Por trás de um grande homem, existe uma grande mulher”. Quem sabe daqui pra frente não possamos dizer “Na frente de um grande homem existe uma GRANDE MULHER”.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

CURIOSIDADES E REVELAÇÕES SOBRE O CÉREBRO HUMANO

Texto : Rafaela Ortega

Pelo visto nossos pensamentos e opiniões a respeito do cérebro humano não andam muito atualizadas. Estudos recentes vêm aí pra comprovar isso e nos fazem questionar; Será que pensar demais pode ser prejudicial?



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Sempre ouvimos falar que quanto mais exercitamos nosso cérebro, mais o ajudamos em seu desempenho. Diferente do que costumamos ouvir, estudos vêm tentando provar que nosso cérebro não é favorecido ao ser exercitado.
De acordo com a revista, Super Interessante, Abril 2009, o fato de recebermos cada vez mais estímulos, acaba gerando uma sobrecarga mental.
A questão é a seguinte; Por que esquecemos o que queremos lembrar? Para a ciência, uma memória puxa a outra, assim sendo, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras. Mas de acordo com um estudo publicado por cientistas ingleses e que vem causando polêmica entre especialistas, o que acontece na verdade é o oposto. Quando lembramos de algo, podemos gerar algo negativo, pois poderemos estar enfraquecendo as outras memórias armazenadas.
James Stone, psicólogo da Universidade de Sheffield, acredita que reaprendemos cada vez que lembramos de algo. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, afirma.
Para entendermos melhor sobre memória, devemos saber que elas são formadas por conexões temporárias, ou permanentes entre os neurônios. Ao lermos algo, nosso cérebro usa um grupo de neurônios para processar aquela informação. Para a memorizarmos, ligações entre esses neurônios são fortalecidas. Ao lembrarmos daquela informação, ativamos os mesmos neurônios, só que nesse processo, parte do cérebro age como se a tal informação fosse uma coisa nova a ser aprendida e isso interfere em outros grupos de neurônios que armazenavam outras memórias e assim concluímos que: Ao lembrarmos de uma coisa, esquecemos outras. Só que infelizmente esse processo não é capaz de fazer a distinção do que é e não é bom, ou seja, ficar lembrando de bobeira, prejudica as lembranças que realmente importam. Mas para o neurocientista e diretor do centro de memória da PUC – RS, Ivan Izquierdo, esquecer de algo não é assim tão fora do comum.” Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma. Afinal, se tudo ficasse em nossa cabeça para sempre, ela viraria uma depósito de entulhos.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Ser jornalista, hoje, é mais fácil ?


Texto : Gracieli Oliveira

Profissão jornalista : quem se habilita !

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Jornalismo esta em toda parte: televisão, rádio, revista, jornais. O jornalista também. Mas quem se habilita a esta profissão sabe que dedicação, persistência e determinação são tudo. Ou é isso, ou é nada!
Muito se discute sobre a profissão. Seria, hoje, ela mais fácil de ser exercida do que em outros tempos? Fácil no sentido de que não há mais aquela censura “abusiva” da Era Militar, por exemplo, e muito menos as perseguições que sofriam aqueles pobres jornalistas que apenas queriam desempenhar o seu papel. Papel de comunicador, de transmissor da notícia, doa a ela, a quem doer.
Segundo a jornalista Leange Severo “ser jornalista nos tempos de hoje não é pior, ou melhor, é diferente!” Antes era algo individualizado. Cada jornalista tinha que criar sua própria estrutura. Não havia toda esta coletividade dos tempos modernos. “Hoje há toda uma estrutura formada, uma superestrutura”, enfatiza Severo.
O jornalista Rafael Lafranchi acredita que ser jornalista, hoje, talvez seja um pouco mais complicado. “Hoje obedecemos a um padrão de jornalismo, onde tudo é minuciosamente estudado. Nada é improvisado”. O jornalista ainda ressalta que, hoje quem não tem um diploma esta fora do mercado. “Isso prova que jornalismo é coisa séria e não mais uma profissão escolhida por capricho ou estatus”. Aliás, de acordo com ele quem escolhe ser jornalista com esta intenção “já saiu perdendo”.
Lafranchi ainda enfatiza que hoje seja mais fácil exercer a profissão no sentido de que tudo é mais palpável. “As notícias chegam até nós ainda quentes”. Antes tudo era demorado. Um furo de reportagem era um “acontecimento da semana passada”, ironiza o jornalista. E não é só isso. “Hoje, além de todo este acesso a notícia, o jornalista dispõe de toda uma equipe auxiliar”, acrescenta Lafranchi.
Contudo no aspecto “censura” todos concordam. “Ainda, por incrível que pareça, existe essa tal censura, ressalta Lafranchi”. Ela geralmente é comercial, política ou ambas. “Muitas vezes deixamos de noticiar um fato porque o acusado ou a vítima é ‘um poder’ que não deseja aparecer na mídia”.
Severo assim como Lafranchi acrescenta que a censura na Era Militar era “descarada”, opostamente a de hoje que é “retraída”. “A censura é feita às escondidas, até porque quem censura é censurada”, afirma Lafranchi. Severo e Lafranchi enfatizam que no século XXI censurar é crime. Crime com direito a punição severa, acrescenta ambos.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

HOMEM x MÍDIA – A UNIÃO QUASE PERFEITA








Texto : Gracieli Oliveira


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O homem não tem limites, uma soma de equívocos, a mídia é a construção desse homem que vive a procura de definições

A relação entre homem e mídia vem de muitos tempos atrás. Essa “amizade” sempre foi responsável para que o homem desenvolvesse seu posicionamento crítico em relação aos acontecimentos que os acerca. A mídia desenvolvendo seu papel de informante e ao mesmo tempo mediadora foi tecendo ao longo dessas décadas uma natural relação de cordialidade com a humanidade.
Com os avanços tecnológicos, mudam-se as formas de “fazer mídia”. Da imprensa de Gutenberg à Web de Bill Gates muito anos se passaram, no entanto, a função da mídia continua a mesma. Mas será que continua mesmo? Será que a função da mídia que era a de informação, sem qualquer finalidade de persuadir ou manipular o espectador acontece de verdade?
Lícia Arena Egger-Moellwald – doutoranda no programa de Comunicação e Semiótica da PUC de São Paulo, Mestre em Comunicação e Mercado, Máster em Tecnologia Educacional e Relações Públicas - faz a seguinte afirmação:

“Os últimos trinta anos da história do homem são marcados, por uma profunda transformação do tempo, da informação e da velocidade, gerando a obsolescência não só das suas criações, mas dele próprio num processo de avanço e retrocesso. O limite do homem contemporâneo é o seu desejo, e a realização desses, a sua capacidade de alterar o real através do uso da tecnologia. A sensação de controle sobre si mesmo e sobre a natureza, o mantém distante da realidade, criando em sua passagem, um rastro de descontrole e destruição, numa sucessão de crises e violências na qual nada passa impune, nem o homem nem a sua criação”. (Convicom, 2005)

Ou seja, o homem não tem limites. O homem é um paradoxo. Ele cria e destrói ao mesmo tempo. As descobertas das novas maneiras de fazer mídias eram para agregar e não para tornar a notícia uma mercadoria. Ao invés de avançar, essas atitudes nos fazem retroceder. A contemporaneidade nos alicerça no argumento de que avançar é preciso, mas não dá bases quando o assunto é o modo correto de fazer mídia.
Temos que ouvir e resignificar tudo isso; dar uma nova significação a tudo que produzimos. Não podemos criar se não temos um senso crítico. Não podemos conviver com algo que não sabemos como utilizá-lo de modo eficiente e eficaz. Ficar parado, esperando que alguém venha e diga o que fazer, não é a maneira mais inteligente de aprender. É necessário que se crie, produza. A mídia existe para nos embasar, e não para nos tornar seres acomodados “espectadores sem senso crítico”.
Hoje o que se percebe é uma dualidade. Homens que usam a mídia apenas para transmitir suas intenções e desejos, esquecendo que há pouco tempo atrás, homem e mídia eram aliados no trabalho de informar e formar opiniões.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

UM GENE CAPITALISTA ?

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Texto : Gracieli Oliveira

No livro “ Um às Esmolas ”, o escocês Gregory Clark diz que o sucesso das nações depende mais das características da população do que das instituições

Uma das questões que mais intrigam os economistas é porque alguns povos tem facilidade em acumular riqueza, enquanto outras estão obrigadas a ficar para trás. Muitos estudos já foram feitos acerca deste tema, no entanto, uma tese recente do professor escocês Gregory Clark, da Universidade da Califórnia tem sido convincente.
Clark atribui o sucesso ou fracasso econômico às características individuais dos cidadãos de cada nação. Segundo ele, de nada adianta um país ter sistema econômico, leis e instituições propícios ao crescimento se a maior parte da população não for composta de pessoas naturalmente dotadas das qualidades necessárias para ascender em uma economia de mercado.
O autor nomeou sua teoria de “sobrevivência dos ricos”. Clark cruzou dados da Inglaterra entre os anos de 1200 e 1800. Ao analisar os ingleses, ele verificou que as pessoas que melhor desenvolviam-se economicamente não eram os nobres nem os camponeses, mas os integrantes das camadas médias da sociedade. Isto é, aqueles que se reproduziam com mais eficiência eram os mais produtivos e bem-sucedidos economicamente.
O jornalista Diogo Schelp, que escreveu esta matéria à Revista Veja explica que a teoria de Clark baseia-se no seguinte: “Na Inglaterra pré-industrial, havia uma intensa mobilidade para baixo das camadas médias da população. Eram os filhos de família abastadas que, por não contarem com um bom quinhão de herança, dada a prole ser imensa, desciam alguns degraus da pirâmide social. Porém, eles levavam consigo conhecimento e iniciativa. Esse fato aliado à reduzida fecundidade das famílias pobres e a eventuais pragas que os ceifavam, fez com que as camadas mais baixas da sociedade fosse sendo ocupadas por descendentes de gente não só mais rica, como mais bem preparada”.
Clark escreveu esta tese, segundo Schelp, por não se contentar com as teorias já existentes. Ele cita Karl Marx e sua teoria de acumulação de capital; Jared Diamond e sua teoria embasada no fator clima para o desenvolvimento econômico; Max Weber e sua teoria de cunho religioso que enfatiza a ética protestante; e por fim a teoria de Adam Smith que afirma uma divisão apropriada da mão-de-obra pela sociedade, com cada pessoa se especializando naquilo que sabe fazer melhor, seria a melhor maneira de aumentar a produtividade e a riqueza de uma nação. Clark até concorda em partes com Smith, contudo ele não acredita que por si só seja suficiente para que os países desenvolvam.
Muitos sociólogos atribuem essa tese a ideologias racistas, mas Clark reage dizendo que “em genética há apenas pequenas diferenças entre populações, no entanto existe uma enorme variedade entre indivíduos. O destino está nas mãos de cada um. O fato de uma pessoa pertencer a um grupo populacional que fracassou economicamente não significa que ele vai pelo mesmo caminho. A herança genética não é o único componente para o sucesso, mas não há dúvida de que ele existe”.
Imagine se essa moda pega. Daqui algumas décadas, estarão mudando a genética em nome do capitalismo do sucesso.

Nota do Blog : Revista Veja- edição 2133/Outubro 2009
Por: Diogo Schelp

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

PARENTE QUE TEM QUE SER CRÍTICO E FOLGADO




Texto : Diogo Mendes


Garantir que todos os jovens são inconscientes políticos é clichê no país dos clichês, a informação contraditória é a pandemia na atualidade


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O que é pior,jornalista antiquado ou estudante de jornalismo antiquado? Porque são números incalculáveis pseudo-jornalistas e esses nem contam.Hoje basta você saber escrever as palavras “ jornalismo” e “ jornalista ” e está graduado.
O problema não é exclusivo da estrutura de graduação,é universal,um fato de “economia-política-ética-de-censura” que está também sendo aplicado paulatinamente em outros cursos.
A imprensa é como parente folgado,em reunião de família,se dá muita corda ela acaba sugerindo demais.Os veículos de comunicação estão para fiscalizar o governo e a política que é desenvolvida nele.A maioria dos nossos representantes e o próprio senhor presidente Luiz Inácio Lula da Silva,acham segundo a própria mídia que o caráter da imprensa é só passar informação.
O jornalista não é máquina,se for é cheio de subjetividade.Mas entre boatos,verdades,pressões,subjetivismos e cidadania.Como opinou o deputado Fernando Gabeira à impresa “ gostar de política não é ser careta ”,ainda mais no Brasil que passa por uma ressaca de ideologia e uma juventude apolitica.
Nossa juventude é filha da “ Geração coca-cola ”,consagrada na voz do cantor Renato Russo.A “ Geração coca-cola ” por si só já tinha um pé fora da praça grega, imagina a geração atual,também é clichê da imprensa afirmar que todos os nossos jovens são inconscientes políticos,mas o que é passado na grande mídia é outra situação.
No entanto é do jornalista falar de política,está no sangue e além disso é direito de todo cidadão.Porque jornalista antes de ser jornalista é cidadão,dessa vez cumprimentar o deputado Gabeira é lovável.A citação dele,por um lado é coerente, e a juventude não é inconsciente política é desinformada.É só fazer uma enquete com as famosas perguntas “ Você sabe o que é dinheiro público ? Onde vai o dinheiro público ” ? E a maioria dos jovens ficam sem respostas.
Agora fazer a mesma enquete sobre a banda da moda ou o programa do momento,a maioria dos jovem vão saber,e é normal.A questão é criar um política saudável e jovem que possa virar hábito na mídia.
Como algumas propagandas que estão sendo vinculadas em canais abertos.Colocando perguntas atrás dos controles remotos e essas perguntas não ficam exclusivas aos jovem e respectivas famílias,vão se espalhando,mesmo que seja um procedimento lento.

CENSURA DAQUI E DALI

A censura no Brasil não é uma questão de pura manifestação como muitos teóricos de comunicação admitem,porque parte de uma ideia mais complexa.A respeito da censura militar que tivemos durante 20 anos,agora se mostra de outra forma : censura judicial.
Há uma diferença fundamental da censura autoritária e a judicial.Na censura autoritária por exemplo, o jornalista ou o veículo de comunicação em que trabalhava eram coagidos brutalmente,na censura judicial dão ao veículo e ao jornalista um “processo” que os inibem.
Apesar das decisões atuais do Supremo Tribunal Federal ( STF ) confirmarem a disposição da Constituição de garantir a liberdade de imprensa, as liminares a favor da censura aos jornais são alarmantes.
A questão de ética,censura,desinformação jovem e informação contraditória são só o começo dessa reunião de família.Num sistema antiquado de censura só pode produzir jornalistas e estudantes de jornalismo negociados e uma mídia apática. Que Santo Tarso de Castro,nos dê muita falta de paciência e técnica para lidar com qualquer tipo de repressão.

Nota do Blog : Para quem curte e NÃO curte literatura.
Vejam também
: “Achados e Mordidos dos Vultos ”.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

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Preparou as malas ? Viajar é necessário,mais que necessário, aprende-se inúmeras experiências.O Expresso está saindo,embarca na informação e desembarca na inteligência.Você está preparado,então vamos?